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Maria João Calha é a responsável pela nova área de Ambiente e Sustentabilidade

Maria João Calha trabalha na TAP há pouco mais de 13 anos e lidera, hoje, o recém-criado departamento de Ambiente e Sustentabilidade da Companhia. Para percebermos o porquê da criação desta área, o que a motiva e os seus objetivos, falámos com a responsável. Formada em Engenharia do Ambiente, mãe de dois filhos e amante de viagens, Maria João Calha acaba de abraçar um novo desafio, com uma nova equipa, dentro da TAP.

 

Andreia Afonso e João Sargedas (Ambiente), Maria João Calha (Responsável da área Ambiente e Sustentabilidade) e Marta Almeida (Responsabilidade Social Corporativa)


Fale-nos, em primeiro lugar, um pouco sobre a Maria João Calha. Qual a sua história e percurso profissional, até este ponto?

Tenho 37 anos, adoro viajar e conhecer os lugares mágicos que o mundo nos reserva. Tenho dois meninos, um com 5 e outro com 2 anos, que adoram passear e que rapidamente se tornarão grandes companheiros de viagens.

Sou Engenheira do Ambiente de formação, e apesar da natureza técnica desta área, que é fortemente regulamentada, desde cedo aprendi a importância de estar alinhada com a atividade/negócio das Empresas, encontrando soluções ajustadas que, melhorando o desempenho ambiental, não coloquem obviamente em causa a sua viabilidade económica.

Foi há pouco mais de 13 anos que deixei o Ministério do Ambiente (na altura estava a trabalhar no Instituto do Ambiente, posteriormente renomeado Agência Portuguesa do Ambiente) para me juntar à TAP. Não existia ainda na estrutura formal da Empresa uma área de Ambiente e, no âmbito de reestruturação que esteve na origem das Unidades de Negócio da TAP, estava a ser pensada a sua integração numa Direção com Serviços transversais.

Assim começou este grande desafio na TAP – foi necessário estudar os vários requisitos legais ambientais, perceber se eram aplicáveis à atividade de transporte aéreo e à TAP, e trabalhar em planos de implementação. Encontrar formas de sensibilizar para a mudança de métodos e processos para alternativas ambientais foi também fundamental – diria que nunca vai deixar de ser, porque nestas áreas o desempenho individual e a colaboração de cada um são imprescindíveis para alcançar melhores resultados.

Desde então, na estrutura formal da TAP, a área de Ambiente esteve sempre associada a outras valências com as quais, na minha opinião, tinha muito pouca afinidade. Foi o caso da Segurança das Instalações e mais recentemente da Prevenção de Incêndios e outros Riscos. Desde 2013, altura em que assumi a responsabilidade pela área de Ambiente e Prevenção de Incêndios sempre defendi que a componente de melhoria/gestão de instalações e equipamentos da área de Prevenção de Incêndios se enquadraria melhor noutro modelo (o que veio a concretizar-se em junho de 2017).

Em junho de 2017 surge no meu percurso profissional um novo desafio, fruto do processo de reestruturação da Empresa: liderar esta nova área de Environment & Sustainability – Ambiente e Sustentabilidade – que associa a valência de Ambiente à Responsabilidade Social Corporativa.


Qual o fundamento para a criação deste novo departamento?

Este novo departamento foi criado com o objetivo de autonomizar a área de Ambiente, associando a vertente de Responsabilidade Social Corporativa (CSR - Corporate Social Responsibility), à semelhança do que acontece em empresas congéneres do setor da aviação e em empresas portuguesas de dimensão semelhante à da TAP.

É, sinceramente, um modelo organizacional em que me revejo, porque sendo os pilares social e ambiental fundamentais para a sustentabilidade da TAP, devem caminhar juntos, ambos dependem fortemente da mobilização interna, do empenho de cada um de nós em reduzir o impacte ambiental das nossas atividades, do empenho de cada um de nós em reforçar o impacte positivo que podemos aportar em ações de apoio à Comunidade.


Quais os princípios que regem esta área e quais as funções que terá de desempenhar?

A vertente de Responsabilidade Social Corporativa é nova na Empresa, por isso estamos a preparar a Política de Responsabilidade Social da TAP e o Plano de Trabalho para os próximos anos, para o qual serão selecionados os temas e prioridades de atuação, quer internamente, quer ao nível de parcerias/apoios com instituições reconhecidas. 

Temos obviamente feito um trabalho de benchmarking dos temas selecionados por outras empresas e recebido inputs importantes das companhias aéreas que, tal como a TAP, participam na Joint Corporate Social Responsibility Task Force da IATA.

Acredito que a Responsabilidade Social só faz sentido quando passa em primeiro lugar pelos nossos trabalhadores. São as nossas pessoas que se mobilizam em função de causas, e que através da sua ação/decisão querem ajudar a comunidade. Esta mobilização é extremamente rica! Numa primeira iniciativa que desenvolvemos – “Reabilitar Portugal… Juntos!” – com a colaboração de vários colegas e de grupos de voluntariado conseguimos ajudar alguns municípios e freguesias fortemente afetados pelos incêndios de outubro de 2017 na sua reconstrução. A mobilização por uma causa que afetou muitos familiares e amigos dos trabalhadores da TAP.

Relativamente à vertente de Ambiente, daremos continuidade ao plano de trabalho que já estava em curso nos seguintes domínios:

– Compliance legal ambiental: assegurar o cumprimento de requisitos legais relativos a gestão de resíduos, efluentes líquidos, efluentes gasosos, licenciamento ambiental;

– Comunicação, reporte e representação: coordenação de projeto educativo para dinamização de cultura ambiental, com realização de ações de formação, econews, representação da TAP no Comité de Ambiente da IATA;

– Projetos ambientais e de natureza técnica: gestão do programa de compensação de emissões de dióxido de carbono em articulação com a IATA.

A este plano de trabalho ambicioso acresce o desafio de terem sido centralizadas na área de Ambiente e Sustentabilidade as responsabilidades que estavam atribuídas ao Gabinete de Ambiente da ME, que foi extinto neste processo de reestruturação.


O Ambiente e a Responsabilidade Social já eram áreas de grande atividade na Companhia. O que muda com esta “fusão” e quais os desafios que esperas para este novo departamento?

Não existia até agora uma área de Responsabilidade Social formalmente instituída na TAP.

Existiam, claro, temas do foro social promovidos, desenvolvidos e assegurados por várias áreas, sem princípios orientadores ou denominador comum. O grupo de voluntariado Voluntários com Asas, que assegurou até à criação desta nova área uma série de temas importantes, como a seleção de instituições parceiras da TAP (no âmbito do programa Donate Miles e de outros apoios, por exemplo) e a gestão de vários tipos de apoio, ficará agora com a missão genuinamente importante de realizar ações solidárias de apoio à Comunidade. No âmbito da Responsabilidade Social Corporativa precisamos muitíssimo de todos os voluntários, que são os nossos braços no terreno e, por isso, vamos sem dúvida continuar uma estreita colaboração com os grupos de voluntariado.

Correndo o risco de me repetir, esta fusão traduz um modelo organizacional já testado por várias empresas, em que os pilares ambiental e social caminham de braço dado na criação de impactes positivos e na criação de valor para a marca TAP e para a Comunidade. A TAP é socialmente responsável quando consegue gerar valor, não apenas para seus acionistas, mas para todos os demais públicos com os quais se relaciona: público interno (Colaboradores) e público externo (parceiros, fornecedores, clientes, ambiente e comunidade).


Quais são os seus objetivos e expectativas em relação à função – e à equipa – e o que é que considera crítico para os poder atingir de forma satisfatória?

Quando se gosta do que se faz (e tanto como eu!) queremos sempre fazer mais e melhor. Os bons resultados só se alcançam em equipa e a nossa, apesar de pequena, tem grande expertise técnica, é extremamente colaborativa e empenhada. Faz parte dos objetivos manter esta equipa orientada por uma abordagem positiva e promover um ambiente de trabalho onde cada um possa colocar em prática os seus conhecimentos, o que só beneficiará a área e a TAP.


De que forma é que o departamento de Ambiente e Sustentabilidade irá tentar chegar às pessoas e passar a mensagem, a nível externo (clientes, opinião pública), mas também interno (Colaboradores)?

Tanto a área de Ambiente como a Responsabilidade Social Corporativa dependem muito do empenho e motivação de cada um de nós. São as nossas ações diárias que potenciam uma cultura social e ambientalmente responsável. Por isso, chegar ao público interno e externo é um dos nossos desafios, diria que diários, e passa pelo reforço de relações já construídas, através de canais de comunicação bem identificados, para podermos conjuntamente inventariar necessidades e interesses, no final do dia, gerando valor para todos e sustentabilidade do negócio.

 

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