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PARABÉNS, UP!

A revista UP cumpre, este mês, uma década de existência. Ao longo destes anos, a revista de bordo da TAP fez várias vezes a volta ao mundo nas suas inúmeras edições e, no mundo, reconhecida como uma das melhores. Na última edição dos World Travel Awards (WTA), em São Petersburgo, foi eleita a melhor revista de bordo da Europa, pela terceira vez consecutiva.

Há, contudo, histórias e curiosidades que certamente não sabe sobre esta publicação. Nascida em 2007, no âmbito da alteração de imagem que a Companhia estava a atravessar, a UP veio substituir a revista Atlantis, na altura com 27 anos. O primeiro nome proposto foi “Upgrade”, o único ponto do projeto inicial imediatamente vetado, de acordo com Paula Ribeiro, diretora da UP. “Tive, ao mesmo tempo, uma sensação de felicidade – todo o jornalista que entrava num avião da TAP sonhava em fazer a revista de bordo – e pânico. Uma emocional e o outro racional. Racionalmente, o desafio de fazer um projeto editorial para um target tão heterogéneo é assustador”, confessa Paula Ribeiro.

 

Volvidas 121 edições e mais de 20 mil páginas, a diretora da revista afirma que nada se compara à sensação de receber os parabéns de um tripulante por uma determinada edição ou um email de um Passageiro a elogiar a revista, a contar como descobriu novos locais, como aprendeu algo novo ou como passou a ver Portugal com outros olhos. Recorde-se que em setembro, apenas um mês da operação da Companhia, mais de 1,3 milhões de Passageiros tiveram contacto com a UP. “É um orgulho enorme termos também publicado textos assinados pelos mais importantes escritores portugueses e publicado o livro "Portugal vale a pena!", pela Leya, com os que saíram nos primeiros cinco anos da UP. Grandes jornalistas, fotógrafos e ilustradores passaram por estas edições e mostrámos Portugal de norte a sul e de leste a oeste, incluindo os Açores e a Madeira”, recorda Paula Ribeiro.

 

As icónicas capas das várias edições da revista transformaram-se, sem dúvida, numa das imagens de marca da UP, cuja idealização e execução envolvem dezenas de profissionais, de fotógrafos a designers, passando por manequins, maquilhadores e film-makers. “As páginas do making of da capa, logo no início da revista, são das mais procuradas pelos nossos Passageiros frequentes, incluindo Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal, que nos confessou na última gala dos WTA, em São Petersburgo, que é por aí que inicia a leitura da UP”, revela Paula Ribeiro.

Foram várias as capas que envolveram estilistas e artistas portugueses, sempre com o objetivo de humanizar o destino principal de cada edição. Destacamos Dino Alves com o seu “vestido-calçadão”, no 2º número da UP, os Storytailors com a saia “Fernando Pessoa”, onde se imprimiu o poema Lisboa Revisitada, em junho de 2013, a recriação do “Baco” de Caravaggio, personificado por Catarina Wallenstein, na edição de outubro de 2013, e a simplicidade da edição Fátima, em maio último.

 

Outra das curiosidades é a presença de Santo António em todas as edições da UP. Paula Ribeiro explica que existem duas razões para esta assiduidade: “no 1º número, que era dedicado a Lisboa, era inevitável, pois faz parte da história da cidade. Depois, acho que pouca gente sabe, o nome de batismo de Santo António é Fernando de Bulhões e por ter nascido na véspera – dia 12 de junho – é que o Eng. Fernando Pinto tem este nome. Acredito realmente que foi Santo António, lisboeta de gema, que me trouxe há precisos 30 anos para Portugal e é por tudo isto que está sempre nas nossas páginas, para abençoar a TAP e a nós todos”.

Crente ou não, deixamos-lhe a foto da edição deste mês e o desafio de o encontrar nas restantes edições da revista UP.